28.9.10

País novo, vida nova: Santo Domingo.

Começa um novo capítulo na minha vida. Woohoo! Peraí. Pensando bem… “woohoo” o caral*o!! Estou acordada desde as 2 da manhã, com um jet leg FDP, com dor nas costas, 3kg mais gorda do estresse da mudança, e - pior de tudo - tive que deixar meu porquinho rosa (Jasper) em Alicante porque não coube em nenhuma das 3 malas. Digamos que apenas começou uma nova fase da vida, só isso. Sem celebrações no momento. Preciso de alguns dias.

Não tinha comentado no blog antes, mas um resumão dos meus últimos 2 meses seria: me ofereceram um emprego em uma universidade na República Dominicana; pedi demissão da Universidade de Alicante: vim a SD ver como era o emprego; aceitei a oferta. Tem muito mais drama no meio, coisas dignas de novela mexicana de 5ª categoria, mas não vale a pena comentar aqui. Primeiro, por que iria matar qualquer um de tédio (ou de risada!); segundo, porque melhor deixar essa história louca pra trás. Meh. O que importa é que a gente juntou os 59 kg de mijados, tomamos num avião com um par de remedinhos legais pra dormir, e chegamos no domingo, 26 de setembro, às 4 da tarde no Aeroporto Las Américas de Santo Domingo para um ano de muito trabalho. Sim, galera >> trabalho!

A Rep. Dominicana é meu país número 7. Não que eu esteja tentando competir com o Gulliver e suas viagens, nem tentando ser uma Adventure Diva (paixão por adrenalina = 0; grau de chiquesa e classe = 0), mas quem me conhece um pouquinho mais já percebeu que as coisas acontecem meio sem lógica comigo, e que acabo por me mudar daqui pra lá como quem troca de roupa. Sabe que eu detesto quando me perguntam “onde tu tá agora?”, “por onde tu anda?”, mas pensando bem, como posso ficar braba por me perguntarem isso, se nem eu mesma me acho por onde estou às vezes? (pequena pausa pra cantar A sombra da maldade, do Cidade Negra, tá tocando no PC. Amo essa musica. OK, continuamos.)

A questão principal que influenciou na decisão de vir pra SD é que vou ter uma posição de responsabilidade como diretora de internacionalização em uma universidade privada local, e isso vai ser um desafio e um aprendizado enorme, eu espero, como pessoa e profissional. Acho também que a experiência de trabalhar em uma universidade na América Latina /Caribe vai ser muito interessante. O principal desafio? Morar em SD: trânsito louco, superpopulação, falta de segurança... nada que não temos no Brasil, eu sei, mas falta reaprender algumas coisas agora.

Então, aqui estamos: um pit-stop de 12 meses antes de voltar pro Brasil. Acho que chega de ser estrangeira, né?

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